O Rio que eu não vi,

*

 

Eu não sou contra as renovações, como arquiteta, eu poderia até dizer: Muito pelo contrário! Renovar é preciso e a  arquitetura tem a capacidade de  materializar momentos históricos. Por isso mesmo é que não sou a favor da destruição pela renovação. Há sempre espaço para o novo e para manutenção de exemplares da nossa história. Não passamos incólumes pelo ecletismo, então porque nos envergonhamos dele?  Eu particularmente acredito que o Rio seria mais exótico e mais rico se ainda tivesse o Mourisco e o Palácio Monroe.  E o MAM, seria mais MAM com eles por perto.

 

Para os saudosistas,  “City of Splendour” da Metro Goldwyn-Mayer apresenta os pontos turisticos do  Rio de 1936. Que cidade Maravilhosa!!! Há jardins na Cinelandia em frente ao Teatro Municipal, calçamento de pedras portuguesas no tradicional estilo copacabana, o Pavilhão Mourisco, o Palácio Monroe … 

Observe que uma mulher passeia elegantemente de chapéu pela calçada da Praça Paris, sem gradeamento, ah ….

Quer saber mais sobre o Palácio Monroe ?

One Response to “O Rio que eu não vi,”

  1. Rosana Says:

    Lindo, Maria!
    O Rio de Janeiro ainda continua lindo, principalmente graças à Natureza que ainda não foi destruída. Mas nas décadas de 30,40 .. Meu Deus!
    Um beijo
    Ro


Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: